6.204 apartamentos à venda em Centro, Rio de Janeiro - RJ


R$ 257.000


Cond: R$ 420

Apartamento, 1 quarto, 25 m²

Centro, Rio de Janeiro - RJ


Studio, reformado e planejado por arquiteta, piso porcelanato 76x76 em todos os ambientes, portaria 24 horas 25m², reformado e planejado por arquiteta, piso porcelanato 76x76 em todos os ambientes; Sala com rack de TV e prateleira, sofá-cama de casal e painel ripado; Cozinha americana com bancada e três banquetas altas, armários, forno elétrico e cooktop 2 bocas; Quarto com cama de casal, guarda-roupa 2 portas e split; Banheiro com gabinete e blindex. Prédio de 10 andares, com 12 apartamentos por andar, portaria 24 horas e 2 elevadores. Pontos fortes do imóvel: - Imóvel pronto para morar; - Localizado a passos do bairro de Fátima, fundos e silencioso; - Próximo a comércio variado, conveniências da região, lazer e mobilidade; - Todo mobiliado com projeto de arquitetura; - Revestimentos novos, elétrica e hidráulica reformados; - Possibilidade de aluguel em AirBnB; Paz e tranquilidade no meio do Centro do Rio de Janeiro. Coladinho no bairro de Fátima, com fartas opções de comércio e serviços no entorno. Não importa se você está procurando um lugar para morar ou investir, esse studio é a escolha ideal. Situado na Rua Riachuelo, apartamento de fundos com vista livre e indevassável, andar alto e sol da manhã. Studio com 25m², Sala com rack de TV e prateleira, sofá-cama de casal e painel ripado; Cozinha americana com bancada e três banquetas altas, armários, forno elétrico e cooktop 2 bocas; Quarto com cama de casal, guarda-roupa 2 portas e split; Banheiro com gabinete e blindex. Todos os acabamentos são novos, incluindo as instalações elétricas e hidráulicas, design de interiores único e inspirador, assinados por arquiteta. Não perca essa oportunidade! Entre em contato e agende sua visita!

25 m² 1 quarto 1 banheiro sem vaga

R$ 342.500

Apartamento, 1 quarto, 37 m²

Avenida Presidente Vargas, Centro, Rio de Janeiro - RJ


- 1 quarto 37M² R$ 342,500 Frontal a Presidente Vargas com RoofTop e Piscina 25 m² e mais: 1 / / P I S C I N A C O M D E C K M O L H A D O 2 / / L O U N G E 3 / / S A L Ã O D E F E S T A S 4 / / Á R E A T É C N I C A 5 / / F I T N E S S Valores previstos para lançamentos, apartir de: - Studio 32 M² R$ 276,500 - 1 quarto 37M² R$ 342,500 - 2 quartos 54,45 m² R$ 489,900 - Ponto para recarga de bicicleta elétrica - 50% de desconto no 3 primeiros anos de IPTU Diferencias: - Ponto para recarga de bicicleta elétrica - A rej adores de t o rne i ra s - P rev i s ão para i n s ta l a ção de aque cedo re s a gá s ( n ã o t e r á c h u v e i r o e l é t r i c o ) - Bac ia s ani tá r ia com d u p lo a c ionamento - P i so l ami n ado nos quar tos - P rev i s ão para i n s ta l a ção de a r- condi c ionado E muito mais: - Área do Ter reno: 1.148,45m² - Total de Unidades: 360 - Apar tamentos por Andar : 20 - N de E levadores: 4 - N de Andares: Subsolo + Tér reo + Sobre loja + 18 andares + Cobertura - N de Vagas de Bicicleta: 369 Saiba mais sobre ícone do Rio de Janeiro, Avenida Presidente Vargas - Rio de Janeiro - Brasil Avenida Presidente Vargas: gigantismo entre memórias vivas e apagadas Com seus 80 metros de largura e quatro quilômetros de extensão, ligando o Largo da Candelária à Praça da Bandeira numa linha reta, a Presidente Vargas é a avenida mais espetacular e o principal corredor de transportes da região central do Rio de Janeiro. Inaugurada em 1944, durante o Estado Novo, na gestão do prefeito Henrique Dodsworth, foi concluída em três anos e sua construção é tida pelos urbanistas como um dos maiores bota-abaixo da cidade. Foram derrubados 525 imóveis em brevíssimo período de tempo e varridos, entre outros antigos ícones da cidade, a lendária Praça Onze, o Largo de São Domingos e a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma joia barroca toda decorada por Mestre Valentim, o mais representativo artista do Rio colonial. A Presidente Vargas foi traçada como uma continuação, em direção à Candelária, da Avenida do Mangue, que começou a ser construída em 1857 por iniciativa do Barão de Mauá e é considerada como a maior obra de saneamento do período imperial, em razão da construção do canal que drenou as águas do Mangal de São Diogo. Essa avenida começava na altura da Ponte dos Marinheiros - na confluência da atual Avenida Francisco Bicalho com a Praça da Bandeira, onde terminava o braço da Baía de Guanabara chamado de Saco de São Diogo ou Enseada de São Cristóvão. A via desaguava no Rocio Pequeno, que, anos mais tarde, se transformaria na Praça Onze. Na verdade, a obra feita por Mauá era desejada desde a época de D. João, que queria melhorar o acesso à Quinta da Boa Vista. Pouco depois de chegar ao Rio de Janeiro, o monarca iniciou os primeiros trabalhos de aterro do Mangal de São Diogo e construiu o Caminho do Aterrado (que mais tarde se transformaria na Avenida do Mangue). A fim de começar a desenvolver aquela área, isentou da décima urbana - uma espécie de IPTU da época - aqueles que ali construíssem prédios. Também criou o Rocio Pequeno, uma área de serventia pública que, décadas depois, em 1846, ganhou um chafariz de abastecimento de água projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. Com todas as melhorias, essa área aterrada passou a ser chamada de Cidade Nova, em oposição à Cidade Velha, que havia crescido a partir da Rua Direita - atual Primeiro de Março. Data também do período joanino a construção, no Campo de Santana, do Quartel do Regimento da Tropa, nas imediações do terreno onde, mais de um século depois, Getúlio Vargas ergueu o suntuoso Palácio Duque de Caxias, para ser a sede do Ministério da Guerra. A abertura da Presidente Vargas engoliu um pedaço considerável do Campo de Santana, cuja região, no início dos anos 1800, ainda era esparsamente habitada. Segundo Maurício de Abreu, em seu livro Geografia Histórica do Rio de Janeiro, havia poucas residências nobres nessa área. A incidência maior de moradores era de artesãos e mecânicos ligados à manutenção das embarcações e dos engenhos. Com esse perfil populacional ligado aos extratos mais humildes da população, a região do Campo e da Cidade Nova foi se adensando paulatinamente até meados do século XIX e aceleradamente a partir de então, quando começou a ser criado o sistema de transportes coletivos da cidade, com o bonde e o trem. Na década de 1870, o Rocio Pequeno foi rebatizado de Praça Onze de Julho - em alusão ao dia da vitória do Brasil na Batalha do Riachuelo, travada durante a Guerra do Paraguai -, e ainda ganhou uma Escola do Imperador: a São Sebastião. Berço do samba Com o anúncio da construção da Avenida Presidente Vargas, o mundo do samba sentiu um baque. Vão acabar com a Praça Onze / Não vai haver mais escola de samba, não vai / Chora o tamborim / Chora o morro inteiro... , lamentava a primeira música de sucesso de Herivelto Martins, Praça Onze, feita em parceria com o ator Grande Otelo, em 1942. Na época da demolição, a Praça Onze não era apenas um mero logradouro da cidade, mas uma espécie de bairro, pois englobava todas as ruas das imediações. A comunidade - formada principalmente por imigrantes judeus pobres e negros baianos - era conhecida como berço do samba, pois foi ali que morou Tia Ciata (em cuja casa aconteceram as festas onde se encontravam os personagens que deram origem ao ritmo), Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Pisciliana (mãe de João da Baiana), Tia Mônica (mãe da grande iabá Carmem do Xibuca)... Aquele trecho da Pequena África - nome dado por Heitor dos Prazeres à região portuária compreendida entre a Cidade Nova e a Pedra do Sal - também tinha virado passagem obrigatória dos ranchos carnavalescos e seus integrantes, que faziam questão de cumprimentar as tias baianas quando desfilavam (normalmente, o cortejo partia do Largo de São Domingos). E mais: ali nasceu o desfile das escolas de samba! A Praça Onze, enfim, tinha papel fundamental na constituição da identidade do carnaval carioca do século XX. E sua demolição, felizmente, não significou o fim do desfile das escolas, como temiam Herivelto Martins e Grande Otelo. Símbolo barroco A demolição da Praça Onze não foi a única grande polêmica criada pela abertura da Presidente Vargas. O projeto da Comissão do Plano da Cidade também condenava ao desaparecimento várias igrejas construídas durante o século XVIII: a de São Domingos - que ficava no largo de mesmo nome -, a de Bom Jesus do Calvário, a de Nossa Senhora da Conceição, a de São Pedro dos Clérigos e até mesmo a da Candelária, pois o projeto previa o início da avenida nas margens da Baía de Guanabara. Desde os anos 1920, quando os modernistas consideraram as obras do período barroco, especialmente o mineiro, como constitutivas da identidade nacional, já se havia criado movimentos de preservação da memória. Tanto que Getúlio Vargas, na década de 1930, criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). As igrejas da Candelária e de São Pedro dos Clérigos haviam, inclusive, sido tombadas. Esta última, construída entre 1733 e 1738, em formato elíptico, era considerada a maior expressão do barroco na cidade, com pórtico, talhas e esculturas feitas por Mestre Valentim durante a segunda metade do século XVIII. Em meio ao bate-boca das demolições, a Comissão do Plano da Cidade decidiu mudar o início da avenida para o Largo da Candelária. Também tentou deslocar a Igreja de São Pedro dos Clérigos para outro terreno, por meio de uma tecnologia de transporte de construções bem-sucedida na Europa. Mas não deu certo. E como em períodos autoritários é fácil mudar leis da noite para o dia, o tombamento da Igreja de São Pedro foi rapidamente revogado e a demolição aconteceu em 1943. Era o último prédio ainda em pé da Rua São Pedro, uma das mais antigas da cidade, que ficava onde hoje é a pista do lado par da Avenida Presidente Vargas. Do lado ímpar, também já havia ido abaixo a Rua General Câmara, antiga Rua do Sabão - aquela mesma da cantiga infantil Cai, Cai, Balão -, onde ficavam as igrejas de Bom Jesus do Calvário e de Nossa Senhora da Conceição. Ambas as vias faziam a ligação da Candelária com o Campo de Santana. Fonte: http://www.multirio.rj.gov. /

37 m² 1 quarto 1 banheiro

Rio de Janeiro: A Cidade Maravilhosa

Rio de Janeiro, localizada no estado homônimo, é uma das cidades mais icônicas do mundo. Fundada em 1565, o Rio de Janeiro é conhecido como a "Cidade Maravilhosa" por suas paisagens deslumbrantes, praias famosas e rica herança cultural. A cidade é um importante centro econômico, turístico e cultural do Brasil. A economia do Rio de Janeiro é diversificada, com destaque para os setores de turismo, comércio, serviços e indústria. A cidade abriga grandes empresas nacionais e internacionais, além de ser um importante polo de petróleo e gás. O comércio é forte, com uma ampla oferta de shoppings, mercados e estabelecimentos comerciais. Culturalmente, o Rio de Janeiro é vibrante e dinâmico. A cidade possui uma cena cultural ativa, com museus, teatros, galerias de arte e uma agenda cultural intensa. O Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Theatro Municipal e o Museu do Amanhã são apenas alguns dos pontos turísticos que atraem milhões de visitantes todos os anos. A infraestrutura do Rio de Janeiro é moderna e bem desenvolvida. A cidade possui um sistema de transporte público eficiente, incluindo metrô, ônibus e barcas. O Rio de Janeiro conta com uma excelente rede de hospitais, escolas e universidades renomadas, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para quem busca imóveis, o Rio de Janeiro oferece diversas opções, desde apartamentos de luxo em bairros nobres como Ipanema e Leblon até casas em bairros mais tranquilos e afastados. A cidade é ideal para quem busca uma mistura única de urbanismo e natureza. Em resumo, o Rio de Janeiro é uma cidade que combina belezas naturais, uma rica herança cultural e uma vida urbana pulsante. Se você está pensando em investir, morar ou simplesmente visitar, o Rio de Janeiro tem algo especial a oferecer para todos.